sábado, 18 de fevereiro de 2012

O Guarda Costas (The Bodyguard)

Como já vimos algumas vezes aqui neste humilde blog, uma homenagem sempre é prestada. A dessa vez eu começo com uma canção que acredito que ninguém deva conhecer:


A morte prematura de Whitney Houston me fez lembrar automaticamente do seu melhor e primeiro filme. E esta canção acima eternamente representará esta cantora que tinha uma das melhores vozes que já vi na vida. Pensar nela é pensar em The Bodyguard (1992), aqui traduzido como O Guarda Costas. E é com este marco que iremos homenageá-la neste post.



Uma cantora pop muito famosa (Whitney Houston) vem recebendo cartas ameaçadoras de um maluco e, depois do extremo de invadirem a sua casa, seu empresário contrata um guarda-costas conhecido pelo seu bom trabalho. Ele então (Kevin Costner)  muda a rotina da cantora e da sua comitiva, apertando a segurança mais do que eles sentem que é necessário. Assombrado pelo fato de que ele estava na equipe de Reagan no serviço secreto, mas não estava lá para impedir o ataque de Hinckley, o guarda-costas inicia um romance com ela. A partir daí é que ela começa a acreditar que suas precauções são necessárias quando o assediador ataca novamente.

Um sucesso estrondoso como este, é claro, tem diversas curiosidades cinematográficas. Vamos conhece-las:

  • A proposta para este filme foi rejeitada 67 vezes. (Isto pode ser porque o fictício Academy Awards retratado é o de número 67, que na vida real não ocorreu até 1995, homenageando os filmes de 1994.)
  • O operador de câmera montado no trilho dolly durante a cena do avião onde a câmera gira em torno dos atores Kevin Costner e Whitney Houston caiu quando a força centrípeta o surpreendeu durante as filmagens da cena. O cinegrafista subiu de volta para a manipulação durante as filmagens para manter a operação, finalizando a cena, que foi mantida no filme.
  • O filme teve que passar por algum apressado recorte, quando o público de teste vaiou o desempenho de Whitney Houston.
  • Whitney Houston sofreu um aborto espontâneo durante a produção e perdeu duas semanas de produção se recuperando.
  • Este filme foi originalmente proposto em meados dos anos 70, estrelado por Diana Rosse Steve McQueen, mas foi rejeitado por ter "muita controversa"O conceito do filme era para ser tentado novamente no final da mesma década, com Ryan O'Neal e Diana Ross escalados como os principais. O projeto fracassou após apenas alguns meses por causa de diferenças irreconciliáveis ​​entre O'Neal e Ross, que namoravam anteriormente.

Dirigido por Mick Jackson e com roteiro de Lawrence Kasdan, esta película teve um orçamento de pouco mais de 16 milhões de dólares e faturou, no mundo todo, incríveis 411 milhões de dólares. Hoje, completa-se uma semana de morte desta cantora que morreu prematuramente, aos 48 anos de estrada. Interpretar uma famosa musa pop, para ela, deve ter sido extremamente fácil. O difícil mesmo deve ser as ameaças que diversos artistas recebem por aí. Vimos recentemente que o homem que perseguia a Madonna foi solto. Pois é, mais uma vez fica aquela dúvida que antes enalteci aqui neste blog: É a arte imitando a vida ou a vida imitando a arte? De qualquer forma, só nos resta dizer: Vá em paz Whitney. Onde quer que você esteja, terá sempre alguém cantando ou simplesmente dizendo: I Will Always Love You. 

O Blog é amador, mas as curiosidades são cinematográficas!

Bom Filme!


Um comentário:

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